Eduardo Paes e a Secretaria Frankenstein

Email repassado por servidor público, que circula pelas redes da Prefeitura do Rio, em especial as da SMS.

“Quem nunca ouviu falar de Frankenstein? Trata-se de uma obra literária publicada inicialmente em 1818, de autoria da escritora britânica Mary Shelley. O romance de terror gótico conta a história de Victor Frankenstein, um jovem estudante, que a partir de corpos de seres humanos que obtinha em cemitérios e hospitais consegue dar vida a um monstro, que se revolta contra a sua triste condição e persegue o seu criador até à morte.

É fácil, após essa introdução, fazer uma analogia com o que ocorre hoje na Secretaria de Saúde (e Defesa Civil) da Prefeitura do Paes. Ela foi criada a partir de vários pedaços, cada qual vindo de local distinto, cada qual ligado a uma facção política. Basta ver as trocentas subsecretarias que a compõem.  Tal como acontece com o monstro, a condição das várias e distanciadas “lideranças” reflete dicotomias, incertezas, angústias… Pior de tudo é que isso transparece para os subordinados, uma grande massa trabalhadora, que observa estarrecida o desentrosamento absoluto existente na alta roda da Saúde. O amadorismo é total na cúpula. Tem gente que mal tirou as fraldas, sem experiência administrativa e muito menos de vida. As indicações políticas foram tão marcantes, que há camaradas ainda em estágio probatório, uns na Fiocruz, outros alhures. Às vezes parecem uma patotinha a brincar de esconde-esconde. Uma vergonha!O monstro seguiu em suas trapalhadas, desta vez fechando e, devido ao clamor popular e a belo puxão de orelhas do Prefeito, reabrindo um hospital na Ilha do Governador após uma jovem ter dado à luz no corredor. A fragilidade e a dissonância no discurso da Secretaria Frankenstein ficaram em evidência, não só para quem é da casa.

Bom, pelo menos a falta crônica de profissionais será solucionada de vez, com a vinda das Organizações Sociais, uma forma escandalosa e infame onde a promiscuidade entre o que é público e o que é privado chega às raias do surreal. É assim que o dinheiro dos contribuintes vai parar em mais um buraco negro, sem licitações, sem limites, favorecendo a uns poucos e acabando por detonar de vez com a Saúde Pública. Sabem de onde surge uma dessas entidades funestas, “colaboradora” da Secretaria Frankenstein? Coincidentemente da Fiocruz, de onde alguns dos atuais peixes grandes vieram. Vai rolar mensalão ou mensalinho?

É assim que estamos. A Saúde do município do Rio de Janeiro já cambaleava há muito, mas atualmente entrou em estado cataléptico. Sofre a população, sofrem os profissionais sérios que na Saúde prestam o que têm de melhor. Não há horizonte. A tendência é piorar.”

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One Response to Eduardo Paes e a Secretaria Frankenstein

  1. O Prefeito do Rio de Janeiro para **PAGAR O REAJUSTE DOS SERVIDORES, NÃO TEM DINHEIRO, no debate com Gabeira prometeu garantir os Direitos dos Servidores, mais começou a não cumprir com sua palavra.*Para pagar acessores, criar secretarias, nomear pessoas que trabalharam na sua Campanha com salários altíssimos -TEM DINHEIRO. *Mudar a cor do logotipo da Prefeitura, Diário Oficial, Placas oficiais e etc… – TEM DINHEIRO. *Ajudar o Estado as pagar gratificação a PM, cuja Segurança Pública é de responsabilidade do Estado – TEM DINHEIRO. O Prefeito esta confundindo parceria com conchavo e acordão .A merenda escolar esta sendo denunciada, a Saúde teve que baixar custos em 20%, portanto a incompetencia esta imperando, precisamos dar uma resposta a este prefeito, 2010 não votar em Cabral , romper o cordão umbilical do Prefeito- Governador do Estado e Presidente, não votar nos seus indicados, PMDB NUNCA MAIS…..Esta será a melhor resposta , Vamos aguardar, mais garanto que será a melhor resposta, eles pensam que não somos capazes , Vamos assistir de camarote o Prefeito AGONIZAR , é muito vaidoso para aguentar um opositor, e ter habilidade para lidar com as diferenças. Precisamos guardar todos os comentários fazendo uma coletânea para em 2010 lembrar os eleitores das promessas não cumpridas e das mazelas da Prefeitura do Rio. E eleger um governador comprometido com o Estado, que reconheça seus servidores ,deixando o Município do Rio respirar, precisamos acabar com esta história que as três esferas de governo precisam pensar da mesma forma, é nas diferenças que crescemos e provamos competência para administrar , NA ADMINISTRAÇÃO PRECISAMOS DE BONS MAESTROS, em uma orquestra todos os músicos são importante é a diferença dos sons dos instrumentos que proporciona uma boa música, coitado do maestro que não vê seus orquestra dessa forma.
    2010 NELES************************************

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