Garotinha

Clarissa Matheus, filha dos ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Matheus, é a líder da bancada do PMDB na câmara de vereadores do Rio de Janeiro, partido do prefeito eleito Eduardo Paes.

Houve discordância na época da escolha de Eduardo Paes como  candidato a prefeito, mas segundo Clarissa, estão totalmente superadas. “Meu relacionamento com o prefeito Eduardo Paes será o melhor possível, diz Clarissa.

Clarissa Matheus não acredita que Paes terá dificuldades para aprovar seus projetos na câmara. Segundo ela, “a Câmara Municipal e o governo da cidade têm de andar afinados. Espero, durante o meu mandato, poder votar em conjunto com a bancada e o Poder Executivo”.

Para Anthony Garotinho, Paes está iniciando uma nova gestão de “forma positiva”. “O Eduardo Paes está começando muito bem, ele tem um secretariado composto por diversas forças políticas, sem desprestigiar o PMDB”.

Veja em:

Vale lembrar que diversos componentes do novo governo de Eduardo Paes foram indicados ou já trabalharam junto a Garotinho ou sua esposa, como o próprio vice, Carlos Alberto Muniz, que foi tesoureiro de Garotinho em sua pré-candidatura à Presidência da República, o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Chiquinho da Mangueira, ex-Secretário de Esportes de Garotinho e Rodrigo Bethlem, que trabalhou no governo de Rosinha.

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3 Responses to Garotinha

  1. JOAO disse:

    A POLÍTICA É UM JOGO DE CARTAS MARCADAS. NINGUÉM QUER LARGAR A BOQUINHA E TODOS DEVEM FAVORES. A MINHA OPINIÃO É QUE HOUVE UM ACERTO ENTRE O CASAL GAROTINHO E O GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL, TIPO ” EU AJUDO E VOCÊ ME AJUDA ” E ONDE PUDERAM AS URNAS FORAM FRAUDADAS. COMO PODE UM CANDIDATO COMO EDUARDO PAES, SUPER REJEITADO GANHAR AS ELEIÇÕES?
    COMO PODE ROSINHA VOLTAR AO PODER?
    COMO PODE ESSA CLARISSA TER TIDO TANTOS VOTOS SE NUNCA FEZ NADA PELO RIO?
    O PMDB GASTOU MUITO DINHEIRO PARA ELEGER ALGUNS CANDIDATOS! E AINDA NÃO ENGOLÍ AQUELA MALA DE DINHEIRO APREENDIDA EM ITAPERUMA COM O PRESIDENTE DO DIRETÓRIO REGINONAL DO PMDB!!!

  2. JOAO disse:

    Desabafo de um professor…
    a TODA sociedade.

    Carta
    aberta à futura Secretária de Educação do Rio de Janeiro, Cláudia
    Costin por Declev Dib-Ferreira em Brasil – país dos absurdos,
    Desabafo, Educação, Opinião, Política, Reflexões Prezada Claudia

    Sou funcionário do município do Rio, professor de Ciências.Tenho este cargo por
    mérito próprio, por passar em um concurso, há quase 5 anos – não tenho cargo por
    indicação política.

    Li uma matéria com uma entrevista sua nO Globo, dia 08 de novembro de 2008,
    página 18.

    Na ocasião, algumas frases e propostas me chamaram a atenção. Tanto pela
    inocência quanto pela maldade das mesmas.

    Gostaria de, mui respeitosamente, discutir alguns pontos. Vejamos…

    1- Você diz que pretende “investir na qualificação de professores,
    que poderão ganhar computadores portáteis”.

    Eu agradeço muito o computador, porque estou
    precisando, pois o meu pifou. Mas isso, sinceramente, não creio que seja
    investir na qualificação do professor. Já tive a oportunidade de escrever sobre
    isso por aqui, quando da mesma compra pelo Estado.

    Tenho um amigo que ficará com 5 computadores portáteis em
    casa e não sabe o que fazer com tantos. Ele e a esposa são professores, ambos
    do Estado e da prefeitura do Rio. Já tinham um, ambos ganharam do estado e
    ambos ganharão da prefeitura.

    Professores, cara futura Secretária, querem salário decente.
    Com ele podem comprar seus próprios computadores. E muitos já o fizeram,
    pois o preço baixou bastante. Eu mesmo ia comprar um – como eu disse, o meu
    pifou – mas não vou. Estou esperando ganhar. Mas preferia um bom aumento de
    salário para comprar o que eu próprio escolhesse e ainda aumentar minha
    renda.

    2 – Você
    faz uma pergunta: “Por que uma cidade que tem tantos mestres e
    doutores de qualidade não consegue fazer um Ideb compatível com os de
    países desenvolvidos?”.

    O Demétrio Weber já respondeu, mas eu insisto em te
    responder esta pergunta também. E o principal motivo é simples:
    porque mesmo sendo mestres ou doutores de qualidade, temos que trabalhar
    em dois, três, quatro ou mesmo em cinco lugares diferentes pra
    poder somar renda e ter um salário “compatível com os de países
    desenvolvidos”!!! Sem contar as condições em que trabalhamos, Secretária,
    que nem de longe é “compatível com os de países desenvolvidos”.

    A pergunta seria ao contrário: “por que não
    tratamos como os países desenvolvidos os nossos tantos mestres
    e doutores de qualidade?”.

    3 – Por fim, sua maior pérola, a frase “Quando um aluno é reprovado,
    é sinal que o professor falhou”.

    Fico muito, muito, muito apreensivo que uma pessoa que
    tenha este pensamento venha a coordenar a maior rede municipal da
    América Latina.

    Pra facilitar o entendimento da minha lógica – que pode ser
    muito profunda pra quem nunca entrou numa sala de aula do ensino fundamental
    de uma escola encravada numa favela – farei um paralelo com o
    médico. Imaginemos uma pessoa que desde que nasce não tem cuidados
    médicos, não se cuida, não faz exercícios, não se alimenta direito,
    bebe, fuma, é sedentário, estressado etc. Essa pessoa passa mal e vai ao
    médico. O médico receita remédios e faz uma série de recomendações dizendo
    que, se não seguir, ele pode morrer. O doutor marca uma nova consulta
    para daqui a alguns meses, para verificar o seu progresso.

    A pessoa não fez nada do que o médico receitou e ainda
    faltou à consulta. Passa mal de novo e vai ao médico. O doutor dá uma
    bronca, faz as mesmas recomendações, passa as receitas novamente,
    marca uma nova consulta. O paciente, mais uma vez (ou muitas vezes), não
    faz o que o médico manda e morre.

    O médico falhou? Pela sua lógica, “quando um paciente morre, é sinal
    que o médico falhou”. Oras… garanto que neste caso a senhora achará
    que o culpado é o paciente, já que o médico fez de tudo para salvá-lo…

    Será que o professor também não o faz? Mas vamos
    examinar o nosso caso. Por partes e desde o início.

    a) quando
    a criança foi concebida, quem falhou foram os pais, que souberam gozar,
    mas não evitar a gravidez;

    b) quando
    a moça estava grávida falharam ela, o pai, a família e o Estado
    (assistência social, hospitais), que não deram a ela e ao feto um
    pré-natal decente – ou mesmo nenhum pré-natal;

    c) quando
    ele nasceu e era um bebê cheio de necessidades falharam os pais que
    colocaram no mundo uma criança sem ter condições mínimas de criá-lo e
    falhou o Estado (segurança alimentar) em não dar a ele o que
    necessitava para seu pleno desenvolvimento;

    d) quando
    ele era uma criança falhou o Estado mais uma vez por não oferecer a ele a
    pré-escola, tão importante no desenvolvimento intelectual e psicomotor
    nesta idade. Não obstante este ser um direito garantido
    pela Constituição Federal: Art. 208. O dever do Estado com a educação
    será efetivado mediante a garantia de:

    IV – atendimento em creche e
    pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade;

    e) nesta
    mesma idade e até tornar-se o adolescente ao qual a senhora se refere –
    aluno do fundamental – falham o Estado, as polícias, os bandidos, os “filhinhos
    de papai”, os atores da Globo, os artistas e todos aqueles que usam
    drogas, ao condená-lo a viver em um local extremamente violento, com
    disputas entre facções rivais, com invasões desumanas de policiais em suas
    casas e um cotidiano de estatísticas piores que de guerras;

    f) quanto
    à sua moradia, falham os políticos “filhos da puta”, o Estado (habitação),
    o empresários, os especuladores, por fazê-lo viver em submoradia, sem o
    mínimo de conforto, sem espaço para ele, com uma densidade
    demográfica japonesa dentro de sua casa;

    g) falham
    os publicitários que mentem para que ele não seja ninguém se não tiver o
    que ele não pode ter;

    h) falham
    as emissoras de televisão ao entrarem diariamente em contato com ele
    com imbecilidades
    que não ajudam em nada seu intelecto;

    i) falham
    os empresários de ônibus que o restringe de andar pela cidade por conta do
    preço da passagem e do péssimo serviço que oferecem;

    j) falham
    os locais culturais que são inacessíveis a ele (inacessíveis financeiramente
    ou mesmo barreira-cultural-invisivelmente);

    k) falha
    a sociedade como um todo que o quer longe;

    l) falha
    a estrutura da escola que só o tem em um pequeno período do dia,
    deixando-o nas ruas no resto das 24h;

    m) falha
    o Corpo de Bombeiros que carrega bandidos carnavalescos desfilando em
    carro aberto pelas cidades, ao mostrar que quem tem valor é quem tem
    dinheiro, não importa de onde vem;

    n) falham
    os jornais de grande circulação que estampam nas primeiras páginas,
    praticamente todos os dias, as fotos e
    colunas de fofocas de traficantes e outros bandidos – inclusive tenho um O
    Dia que tem a primeira capa toda falando do casamento de um traficante –
    glorificando quem é bandido, mostrando a ele que esse é o caminho;

    o) falha
    o Conselho Tutelar ao superproteger mesmo quando fazem merda, nada fazendo
    e não mostrando que além de direitos também tem obrigações;

    p) falham
    as editoras de revistas que só colocam a preço de quase nada as revistas
    mais imbecis que existem, com fofocas e coisas do gênero;

    Enfim, apesar de a Constituição prever que “A educação, direito
    de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada
    com a colaboração da sociedade” (Art. 205), a senhora vem me dizer que
    “quando um aluno é reprovado, é sinal que o médico professor
    falhou”?

    Francamente. É justamente o professor que está lá dentro, cara futura
    secretária de educação, com o aluno, diariamente, tentando fazer com
    que ele estude, com que ele dê valor ao estudo, com que ele aprenda!

    Veja pelos exemplos abecedários que dei em cima, que o professor
    é praticamente o único que quer que ele seja alguém pela educação; o
    professor que dá valor ao estudo; o professor que luta contra toda a merda que
    a sociedade faz com ele desde antes dele nascer, para que ele se salve.

    Veja,
    prezada futura, o que diz a Constituição Federal:

    >
    CAPÍTULO II – DOS DIREITOS SOCIAIS: Art.
    6º. São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança,
    a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos
    desamparados,na forma desta Constituição.

    Quais
    destes direitos o Estado – do qual você tem íntima relação, a ver pelos cargos
    que já ocupou – oferece ao aluno – e com qualidade? Quase nenhum, né?

    E você
    vem me dizer que é o professor que falha, como se só o que fazemos em sala
    de aula é o que conta, é o que faz um aluno ter sucesso ou não???

    Francamente.

    Assinado:

    Um professor mestre doutorando que tem diversos empregos e mesmo assim luta
    para que seus alunos possam superar toda a merda que a sociedade faz com
    eles para que possam ser alguém na vida e que, justamente por se
    sentir incapaz de fazer isso com o que o Estado lhe oferece, não acredita
    em reprovação.

  3. julio disse:

    CRISE… QUE CRISE?

    No final da próxima semana Cabral embarca para a Europa!!!!!
    Quantas viagens já fez em 2 anos de governo?

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