Prefeito do Rio causa mal-estar em reunião com o COI

31/10/2009

Prefeito do Rio causa primeira saia justa sobre os Jogos com diretor do COI. Eduardo Paes quer mudar o local do centro de mídia das Olimpíadas de 2016, mas Gilbert Felli se diz surpreso com mudança na proposta do dossiê.

Primeira reunião com representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), primeira saia justa. Neste sábado, durante o seminário de orientação do COI, no hotel Copacabana Palace, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, declarou que havia conversado com representantes da entidade máxima do esporte sobre a mudança de local do centro de mídia das Olimpíadas de 2016. A ideia seria trocar a Barra pela zona portuária.

Questionado sobre a nova proposta, Gilbert Felli, diretor de Jogos Olímpicos do COI, demonstrou surpresa. Sentados ao seu lado, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, e o secretário geral do CO-Rio, Carlos Roberto Osório, não fizeram comentários sobre a situação.

- Fico surpreso por ouvir que o prefeito quer mudar o planejamento apresentado pela cidade no dossiê. Qualquer mudança, por menor que seja, precisa da aprovação do COI. Se for para o melhor da cidade e o legado que deixará, estamos abertos a conversar. Mas essa questão do centro de mídia não é pequena. É uma mudança completa do que nos foi apresentado – afirmou Felli.

Veja a matéria completa em:
http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Olimpiadas/0,,MUL1362387-17698,00-PREFEITO+DO+RIO+CAUSA+PRIMEIRA+SAIA+JUSTA+SOBRE+OS+JOGOS+COM+DIRETOR+DO+COI.html


Burocracia da Prefeitura Cancela Projeto Social no Vidigal

30/10/2009

O Estado de S. Paulo, 28/10/2009

O sonho de transformar o Morro do Vidigal, em São Conrado, zona sul do Rio, em polo turístico acabou. O empresário alemão Rolf Glaser, de 62 anos, que investiu R$ 1,1 milhão na compra de 37 propriedades na favela começou a vender tudo por 30% do valor de compra. “Perdi muito dinheiro. A prefeitura fez uma série de exigências e inviabilizou o negócio. Acho que algumas pessoas não gostam da favela, mas também não querem fazer nada para mudar a comunidade”, avaliou Rolf, que viaja hoje para a Alemanha. 

Em novembro de 2008, o alemão começou a comprar casas e terrenos no Morro do Vidigal, cuja favela tem vista panorâmica para o mar de São Conrado e para as Praias do Leblon e de Ipanema. A meta era construir casas que abrigassem turistas e um caminho de lojas, de lavanderia a uma casa de sucos. O empreendimento empregaria moradores do Vidigal – que, depois de algum tempo, seriam responsáveis por gerir o negócio. O empresário já participou de iniciativa semelhante na África.

O principal obstáculo ao empreendimento foi o embargo das obras pela prefeitura do Rio, em abril de 2009. “A prefeitura exigiu escrituras definitivas e os terrenos são posses. É a inoperância desses paquidermes gigantescos que são os órgãos públicos. A prefeitura veta porque quer voto. Eles barram qualquer pessoa que atraia a simpatia da população”, afirmou o arquiteto responsável pelo projeto, Hélio Pellegrino, do HGP Arquitetos Associados.

Procurado, o prefeito Eduardo Paes informou que não comentaria as críticas.

 

Veja a matéria completa:


Secretária de Educação de Paes não sabe Português

24/09/2009

A secretária municipal de Educação do Rio, Cláudia Costin, cometeu um um erro primário de grafia ao escrever sobre sua visita a um CIEP de Bangu, na Zona Oeste do Rio, no microblog Twitter.

Ao comentar sobre as pichações que cobriam os muros da escola, a secretária escreveu “pixação”.

Esse não é um erro admissível para alguém com a função de cuidar da educação de nossa cidade.

Leia em:

http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2009/09/24/secretaria-de-educacao-do-rio-comete-gafe-no-twitter-767751722.asp

 

Erro de português da Secretária na página do Twitter

Erro de português da Secretária na página do Twitter


Miriam Leitão: Paes Aumenta Burocracia para Arrecadar Mais

22/08/2009

Blog da Miriam Leitão em O Globo, 21/08/2009

Eduardo Paes aumenta burocracia para arrecadar mais

Em plena era da internet e das soluções em tempo real, a administração Eduardo Paes aumentou a burocracia na Prefeitura do Rio para arrecadar mais. A informação foi dada pelos próprios servidores, ligados à Secretaria de Ordem Pública.

O motorista que possui um carro rebocado é obrigado pela Prefeitura do Rio a pagar diárias que vão de R$ 20,22 (motocicletas) a R$ 199,98 (ônibus, caminhões e similares) pelo tempo em que o carro não é retirado do depósito. Ou seja, quanto maior o tempo dos veículos no pátio, mais dinheiro entra para os cofres da prefeitura.

Ainda de acordo com informações de servidores, a gestão Eduardo Paes trocou o tipo de boleto para o pagamento, eliminando o código de barras que possibilitava o pagamento em casa lotéricas. Agora, usa-se um boleto comum, desses que se compra em papelaria, que só pode ser pago na boca do caixa e em horário de funcionamento dos bancos (que é reduzido). Com isso, os carros passam mais tempo nos pátios pagando mais diárias.

Ao mesmo tempo em que tenta promover um choque de ordem na cidade, a Prefeitura não consegue colocar em ordem as informações que passa ao públicoSeu site (vejam aqui) diz que o pagamento pode ser feito em Casas Lotéricas, informação negada pelos servidores que disseram que esse site está desatualizado. Além disso, o telefone de informações ao público (21) 3293-1700 não funciona.

Como mostrou reportagem desta sexta-feira da jornalista Carla Rocha, do Globo, esse tipo de cobrança está sendo questionada na Justiça. As decisões proferidas até agora apontam que a Prefeitura pode apenas cobrar multas referentes à infração.

O blog solicitou por e-mail as seguintes informações à assessoria de imprensa da Prefeitura do Rio: Qual a receita das diárias de reboque (incluindo todos os tipos de veículos) no 1º semestre de 2009? Qual a mesma receita em anos anteriores? Quantos veículos foram rebocados de janeiro a julho deste ano? Quantos pagaram diária por pernoitar no estacionamento da Prefeitura? Por que o boleto para a retirada do veículo não permite o pagamento com código de barras, como era na gestão Cesar Maia? Quando isso foi alterado? O site da Prefeitura diz que pode ser pago em casas lotéricas, mas a informação passada na Rua das Andradas, 92, é que não pode. Como explicar isso? O telefone de informações ao público (21) 3293-1700 não funciona desde pelo menos quarta-feira. Por qual motivo?

Vamos ver em quanto eles retornarão e quais explicações têm a dar.

E vocês, leitores, têm visto aumento de burocracia na gestão pública?

 

Veja no blog da Miriam Leitão, em:


Choque de Desordem: Flanelinhas já retomam áreas no Rio

19/08/2009

Adaptado de O Globo, 18/08/2009, 23:35h

RIO – A escolha de uma empresa para operar as vagas do Rio Rotativo no trecho mais nobre da Zona Sul não foi suficiente para acabar com a farra dos flanelinhas. Durante três dias (no último fim de semana e terça-feira), o jornal O GLOBO flagrou guardadores clandestinos em 14 pontos que deveriam estar sendo controlados por operadores da Embrapark, responsável pelo serviço.

Na Rua Joana Angélica, em Ipanema, no sábado de manhã, dia de sol forte e praia lotada, um flanelinha chegava a exigir R$ 30 de motoristas, entre a Avenida Vieira Souto e a Rua Prudente de Moraes. O tíquete oficial custa R$ 2. Desde maio, a Embrapark administra 9.049 vagas, do Leme a São Conrado, incluindo Gávea e Lagoa – a chamada Área Azul.

A farra dos flanelinhas conta com a inoperância da Prefeitura e da Secretaria de Ordem Pública, que sequer têm a informação de quais áreas estão sem operador da Embrapark – que deveria estar sendo fiscalizada pela Prefeitura.

 

Leia a reportagem completa:

http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/08/18/flanelinhas-voltam-extorquir-nos-estacionamentos-da-embrapark-757468717.asp


Eduardo Paes acaba com a poupança por mérito-escolar

18/08/2009

Eduardo Paes, absurdamente, acabou com o bônus mérito-escolar, criado em 2007 pelo então prefeito Cesar Maia.

Esse bônus dava direito aos alunos que, no final de cada período (inicial, intermediário e final), obtivessem o conceito Global MB, recebessem o bônus Mérito-Escolar correspondente a dois salários mínimos, que era dobrado se o conceito MB ocorresse em todas as disciplinas.

Agora, Eduardo Paes transformou a poupança numa premiação. Os alunos que obtiverem conceito MB no último ano receberão um laptop de presente, daqueles que o governo Sérgio Cabral comprou superfaturados. E isso sem avaliarem a progressão, o desempenho do aluno antes do último ano escolar.

Mas esta é a escola de Sérgio Cabral, a entrega de um laptop fica bem mais bonita na foto…

Leia abaixo o decreto de Eduardo Paes:

DECRETO Nº 30932 DE 30 DE JULHO DE 2009

Dispõe sobre o Mérito – Escolar na forma que menciona e dá outras providências.

CONSIDERANDO o estímulo e o exemplo na motivação para o estudo;

CONSIDERANDO o universo de alunos que alcançam e concluem o último ano do ensino fundamental;

CONSIDERANDO o quantitativo de alunos que obtêm conceito global MB (Muito Bom);

CONSIDERANDO a importância de premiar, dentre os alunos avaliados com conceito global MB ( Muito Bom), aqueles que se destacam, em todas as disciplinas, com nota 9 (nove) e 10 (dez),

DECRETA

Art. 1.º Os alunos que, ao final do 9º ano do ensino fundamental, tiverem obtido, durante todo o ano letivo, nota 9 ( nove) e 10 (dez) em todas as disciplinas, e conceito MB (Muito Bom), receberão o Prêmio Mérito Escolar, correspondente a um computador portátil individual – Laptop.

Art. 2.º Fica revogado o Decreto N.º 28.462 de 21 de setembro de 2007.

Art. 3.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 30 de julho de 2009 ; 445º ano da fundação da Cidade.


Eduardo Paes e a Especulação Imobiliária

12/08/2009

Eduardo Paes não perde tempo. Em pouco mais de 6 meses de governo, quer pagar as dívidas com aqueles que o elegeram.

Agora quer mudar a legislação para permitir a construção de até 11 eco resorts em áreas de proteção ambiental na orla da zona oeste.

A justificativa é a falta de vagas na rede hoteleira para a Copa de 2014.

Favela não pode. Mas eco resorts com 200 suítes cada, em área de proteção ambiental, pode…


Prefeitura do RJ paga 3 vezes mais que o Exército por alimentos

11/08/2009

De O Dia, 09/08/2009

A Prefeitura do Rio estaria pagando o triplo do preço desembolsado pelo Exército na compra de gêneros alimentícios, segundo levantamento do jornal O Dia. Pelo menos 30 produtos, entre frutas, laticínios, carnes e legumes, que constam da tabela de preços da Controladoria-Geral do Município e servem de referência para as aquisições municipais, custam mais para o Município do que para o Ministério da Defesa. Alguns tem variação de 251%. É o caso da lata de 500 ml do azeite de oliva, que sai a R$ 8,78 para a prefeitura e a R$ 2,50 para o Exército.

Em alguns produtos pagos pela prefeitura, é mais barato comprar em feiras e supermercados que no atacado. É o caso do alho, que custa R$ 7,81 para o Município e R$ 7,67 no varejo, segundo a apuração da Fundação Getúlio Vargas. A alta nos preços pagos pela prefeitura surpreendeu o professor de Direito Administrativo da Uerj Alexandre Aragão. “Produtos comprados em grandes quantidades não podem custar o mesmo que o de uma unidade. Só isso já requer uma fiscalização do poder público para ver se não há superfaturamento de preços“, afirma o especialista.

Outra distorção está no valor do leite em pó desnatado (300 g), que custa R$ 2,20 para os militares e R$ 5,97 para o Município, diferença de 171,36%. Para comprar os mesmos 355.620 quilos de batata inglesa lavada adquiridos pelo Exército, por exemplo, o Município teria que desembolsar R$ 387.625 a mais.

Empresas que venceram licitações na Prefeitura do Rio ficaram de fora da concorrência militar porque seus preços eram mais altos que companhias de outras cidades. No item queijo minas frescal, a vencedora foi uma empresa de laticínios de Valença que ofereceu ao Exército o produto por R$ 4,74. A Ermar Alimentos, que este mês ganhou R$ 10 milhões em concorrência municipal, cobrou R$ 5,10 pelo item.

 

Empresa investigada em CPI ganha novos contratos

Empresa alvo de investigação na CPI do Pãozinho, a Home Bread Indústria e Comércio Ltda ganhou uma licitação recente para fornecimento de merenda a 1.062 escolas municipais do Rio de Janeiro. Desta vez, ela levou R$ 9,8 milhões do contrato no valor de R$ 61,1 milhões dividido com mais três empresas.

De acordo com a Secretaria Municipal de Administração, “o fato de a empresa citada estar sob investigação não implica respaldo legal para o impedimento de sua participação em qualquer processo licitatório”. No entanto, a vereadora Lucinha (PSDB), presidente da CPI do Pãozinho, afirmou que o proprietário da Home Bread e representantes da FGV e da Secretaria Municipal de Educação serão os próximos a serem ouvidos na Câmara de Vereadores, na volta do recesso. “Vamos questionar a FGV sobre essa distorção. Como o Exército consegue comprar os mesmos alimentos pela metade do preço? No mínimo é desperdício de dinheiro público”, diz Lucinha.

A CPI apura irregularidades nos contratos da merenda. Uma reportagem de O Dia, em fevereiro, revelou que o quilo dos pãezinhos distribuídos aos 750 mil alunos das escolas da capital custavam mais do que o da carne. O pão careca de 30 g custava mais que o de 50 g.

 

Prefeitura nega irregularidades na cotação de preços

Em nota enviada ao jornal O Dia, a Secretaria Municipal de Administração negou que haja irregularidade na tabela de preços usada para compra de gêneros alimentícios para a prefeitura. O órgão garante que os valores estão dentro de padrões de mercado.

 

Leia a matéria completa em:

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3913634-EI8139,00-Prefeitura+do+RJ+paga+vezes+mais+que+o+Exercito+por+alimentos.html


Maternidades Municipais no Rio de Janeiro penam com Eduardo Paes

30/07/2009

Pelo jeito nosso prefeito Eduardo Paes acha que a cidade do Rio de Janeiro tem leito de maternidade demais ou, quem sabe, ele não quer ver pobre nascendo. Seriam essas as únicas explicações para a situação calamitosa que se encontram as maternidades cariocas.

Depois de uma ação para a mídia ver, mandando reabrir os 6 leitos fechados da maternidade do Hospital Miguel Couto após a amplamente noticiada morte da gestante que teve seu braço rabiscado com a linha de ônibus que deveria apanhar, os mesmos leitos foram fechados… ou seja, só esperando acontecer uma tragédia.

Como se isso não bastasse a única saída de emergência da Maternidade Municipal Oswaldo Nazaré, na Praça XV, está trancada com corrente e cadeado. E ninguém sabe onde está a chave… imagina se dá algum problema? Para onde sairiam os internados.

A situação das maternidades com Eduardo Paes estào indo de mal a pior… e até fechar maternidade ele faz, como o caso da do Hospital Paulino Werneck…

Deve ser essa a idéia de eliminação de pobreza de Eduardo Paes.


Mais irregularidades na Prefeitura do Rio de Janeiro

29/07/2009

Os absurdos na administração Eduardo Paes não param. O vereador Eider Dantas do DEM, denunciou hoje através de seu Twitter, @EiderDantas irregularidades em contratos feitos com dispensa de licitação pela Secretaria de Esporte e Lazer.

De acordo com o vereador dois contratos para limpeza e manutenção publicados pelo Diário Oficial de ontem, 28 de Julho, somavam mais de R$ 210 000,00. O primeiro no valor de R$ 106.680,00 era para a Vila Olímpica da Gamboa e o segundo no valor de R$ 106.596,00 para a Vila Olímpica da Maré.

Por que foi dispensada a licitação? Vai saber… e a imprensa carioca vai investigar? Claro que não!